12 de dez. de 2009

Intertextualidade

E o que a gente faz quando começa a viver por si, admitir as belezas e agruras, sofrer a dificuldade real dos buracos pelo meio do caminho... não só admitir que existem e "ver" beleza nisso.
O que é feio é feio e ponto final.
A ferida dói, lateja e muitas vezes demora pra curar.
Mas o mundo num para e o dia seguinte chega com a mesma rapidez de sempre.

Alguns enganam os outros, são bons atores;
Outros enganam a si mesmos, são bons neuróticos.
Cada um leva do jeito que dá.

Feliz e infelizmente, somos o ponto de mutação.
Tropeçar, regredir, avançar e dar grandes saltos:
Essa é a nossa dança;
A música, a batida de nossos corações.

[Nat está inspirada hoje.]